sexta-feira, abril 03, 2009

Toltchok.

Agora me diz, vou ter que colocar todas as coisas para fora de novo? Ah não fosse teu desejo inquieto de fazer-me entender-te, até pensaria que de caso pensado querias parecer mais viva enquanto morta.
Essa criança que não entende bulhufas de desde sempre não ser considerada uma parte da tua existência, não existe. Então me diz, onde empilho as minha tentativas de sempre te incluir no que não queres fazer parte? Em que lugar longe desse teu egoísmo as coisas se compartilham e a preocupação teatral não enoja ninguém? Não sabes, justamente porque nunca sabes nada sobre verdades.
Meus anos sem a tua presença física faziam arder cada vez mais a ideia de ficar atenta a todo ensinamento posterior que viria de ti, quando teu corpo se fizesse pseudo-presente. Não arriscaria conter traços de toda essa frieza, sabe? Não sei onde foram parar minhas noites planejando rotas de fuga dos teus abraços... Só que os anos passam... E sei que me dediquei a uma miragem perfeita do que nunca tive. Mas você sempre vem e dá um jeito de lembrar o que me policiei por tempos para não esquecer, que o corte é mais fundo onde nada foi realmente perfurado.

2 comentários:

TOSKO disse...

és um maltchik, ó, irmãos!
(cadê meu glossário nadsat?)

Juju disse...

Ontem tava conversando com uma amiga sobre blogs q leio e tals. Ela acabou me convencendo q eu devia avisar aos donos de blogs o qnto eu leio e o qnto q eu axo bom.
Então tá aí, gosto de teu blog. Qndo o vi pela primeira vez eu fucei ele TODO e ainda ficava comentando com a Mari sobre os posts. =)
Have a nice day =*