"Oi", e já foi o bastante.
Até logo, não obstante.
Por que talvez sim?
Talvez não para o não.
Não sendo tão ruim, não me metendo em mais confusão...
Devolve o livro, esquece o sol, escuta o tiro, filme em espanhol?
Volta para casa, dorme, não acha graça.
Liga-me amanhã, medo instável de caminho inábil pros lábios cor de maçã.
Não dite versos errados, já disse que irei, pois ficou o rastro do que eu não queria quando te ensinei.
Talvez até chova, mas que chova de repente, já que é para ficar em casa, com as coisas da gente.
Ver você agora é bem mais absurdo, irredutível ao oposto uso.
Não fique abuamado quando te dizer, o quão malévola a noite vai ser.
E se na sua cabeça vazia surgir a ideia de que meus versos falhos são malquerentes... Não deixe olvidar que "oi", e já foi o bastante para a gente...